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Segunda feira, uma resenha, nem que seja apressadinha, do Radical Chique e o Novo Jornalismo. É, aquele do Tom Wolfe, Dário…. terminei de ler…

Bom livro, mas há muito mais para se falar dele, claro…

[E como bom metido que sou, me meti a ler o A Sangue Frio, do Truman Capote, em inglês. Vai, Fisk, abrace-me forte!]

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No dentista

Nunca tive muita crise com o barulho do motorzinho da minha dentista, a cordialíssima Helena Queiroz [mãe de um grande amigo de Dio, olha só como Teresina é um c*u]. Daí que das últimas vezes que eu fui lá, me surpreendi com o pouco trabalho que dei a ela. Dessa vez, foi coisa rápida, coisa linda e coisa um pouco dolorosa.

Tava lá xingando todos os antepassados dela, e desejando que no futuro as pessoas venham para o nosso meio com dentes indestrutíveis e deixem essa corja toda desempregada [é, doeu pra caralho…], quando ela terminou o serviço. Saí do consultório, fiquei esperando o orçamento para saber quanto eu ficaria mais pobre e quanto ela ficaria mais rica, quando uma das recepcionistas e ajudantes dela veio me perguntar sobre… sobre… sobre… o meu livro! 😀

“Cê tá lançando um livro, né? Online…?”
“É… :)”
“Eu vi a reportagem. Gostei bastante. Depois vou baixar o livro! :)”
“Ah, que bacana! Brigado! :D”

Eu tenho medo do poder da TV… :S

O que me lembra a reportagem da TV Clube, que conversou comigo na quinta-feira. Impressionante como a velocidade da notícia [ou o despreparo mesmo, vamo rasgar logo aqui…] fazem com que um repórter procure um entrevistado sem saber nem do que se trata a entrevista. Só existe uma idéia vaga. Não há um aprofundamento, as perguntas são vazias, curingas, não saem da mesmise. E ainda existe uma má vontade filha da mãe, com direito a bufadas, caras-feias e o escambau.

Ainda assim, pelo que o povo tem me dito, saiu uma reportagem bacana.

Eu tenho medo do poder da edição…. :$

Acaba não, mundão. Num acaba não…