samba-rock – imagem dissolvida em música

A arte deve sempre inspirar seriedade? Sempre há de se fazer uma visita ao museu com as mãos para trás? A reflexão deve ter sempre um caráter de interiorizado? Voltemos a essas perguntas posteriormente. 

Assim eu abro o meu projeto final [o planejamento de uma exposição, da qual cada aluno seria o curador] da disciplina de Teorias da Arte Contemporânea. O texto, um pouco vencido e talvez até bobo, dá base para falar sobre a minha idéia de exposição, o que eu gostaria de mostrar um dia se fosse possível.

A proposta do trabalho é unir 5 obras de arte, encontrar um fio que as una e dissertar sobre isso em forma de exposição. Pura masturbação mental da melhor qualidade. Minha idéia foi unir fotos do Bob Gruen [sim, aquele que fez a exposição aqui em Sampa. Sim, eu sou óbvio, e daí?] com sambas clássicos que casassem com as fotografias ou mudassem completamente seu sentindo. Acho que deu certo…  

Com que roupa?

Senhor Delegado

Pecado Capital

Amigo é pra essas coisas

O mundo é um moinho

É isso…

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Chapéu de otário…

É… chapéu de otário é marreta, diz sempre meu caro amigo Dhuba…

Então… paguei geral de otário inventando essa especialização que tá me fazendo estudar mais do que em toda a minha vida.

Hoje de manhã acordei cedo pra terminar um artigo de 14 mil toques sobre Henry Ford, o trabalho… [terminei colocando a Legião Urbana e Aldous Huxley no meio do artigo, não me pergunte como!].

Engatei com a Fundamentação Teórica de um paper sobre um fodão da Folkcomunicação [um assunto que nos foge, pobres mortais da UFPI que somos…] que Orlando Berti, Tyci Vaz e eu queremos mandar prum encontro de comunicação.

Agora recebi as diretrizes e regras de um trabalho da disciplina de Música Popular…

Saca só…

“A proposta consiste em analisar a obra, no todo ou parte específica (uma fase, um disco, uma canção etc.), de um compositor/intérprete do momento. A escolha deve seguir os critérios de atualidade e inovação.

O texto deverá ter entre 9 mil e 10 mil caracteres, com espaços (Fonte Times New Roman 12, espaço 1,5), exceto Referências Bibliográficas (ver orientações abaixo) e possíveis anexos (letras, fotos etc.), e deverá ter um caráter analítico. Não poderá ser biografia, nem perfil profissional.

[…]

As argumentações deverão estar acompanhadas de citações de outros autores e, se for o caso, de entrevistas feitas com estudiosos do assunto.”

É mole!?!?!? Não sei pra que dia é, mas já sei que a Pepsi X vai ter que me ajudar.

E, definitivamente, eu vou falar de algum artista do funk carioca. Nem que seja o funk carioca produzido em Curitiba [o time se escreve com O, a cidade com U]. Já que tem que ser novo, recente e o cacete a quatro, já elimina a consulta arqueológica ao Edu K e subverte mais um pouco a ordem das coisas.

Senão, eu falo do Ludovic…

ps. no final do mail do professor ele se despede com um singelo “Aproveitem o feriado e estudem mais um pouco!!”… COMO ASSIM, DOIDO!?!?!?