Poema da infãncia

Quem és tu, pobre vivente
Que vagas triste e sozinho,
Que tens os raios da estrela,
E as asas do passarinho?

E durante muito tempo, em certas épocas do ano, eu fiquei recitando isso a esmo. Por anos e anos a fio.

[UPDATE] Como me lembrou nos comentários o Adriano Lobão Aragão, faltou dizer que o poema é do autor carioca Fagundes Varela. O poema completo está aqui.

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