Poema da infãncia

Quem és tu, pobre vivente
Que vagas triste e sozinho,
Que tens os raios da estrela,
E as asas do passarinho?

E durante muito tempo, em certas épocas do ano, eu fiquei recitando isso a esmo. Por anos e anos a fio.

[UPDATE] Como me lembrou nos comentários o Adriano Lobão Aragão, faltou dizer que o poema é do autor carioca Fagundes Varela. O poema completo está aqui.

Anúncios

Dentro do processo

Saiu minha primeira resenha lá no Amálgama. Uma coisa que já me incomodava tinha muitos dias era o último disco do Chico, que eu não ouvia há ano. Resgatei-o da discografia, me encantei perdidamente e escrevi sobre ele.

 

 

Sabidos que somos, este texto vai para o Calo na Orelha em breve, pra não deixar a peteca cair em nenhum lado. A próxima resenha é do Momofuku, do Elvis Costello [exclusiva para o CnO], e na sequência: disco novo do The Walkmen.

Acho que é isso.

Das voltas e voltas que tudo dá

Tudo [e um pouco além de tudo, coisas que a gente nem imagina e outras que a gente torce sempre] faz voltas e tem ciclos.

No meu caso, um começa agora, outros apenas retomam a força antiga.

Assim, venho avisar que o Calo na Orelha está de volta, com resenha finalmente parida depois de um mês de gestação em meio a muito trabalho, preguiça [sim, enorme!] e procrastinação da melhor qualidade. O bom amigo Jader Pires se mandou para a Argentina curtir férias, então o retorno fica por minha conta.

Junto com os ciclos, um que nunca arrefece é o do Dois Dedos na Garganta. Temos ainda a foto da querida Ju Alves, mas em breve aparece um bom texto do André Gonçalves pra levar a coisa adiante.

Nos dias inspirados, vou escrevendo um novo conto que brotou no meio de uma viagem de metrô para o trabalho. Simples e imprevisível, como a boa piada.

E por último, mas não menos importante, estréio em breve uma coluna de música no blog/site coletivo Amálgama.

 

Coletivo por que tem um monte de gente bacana, mas a idéia e o convite foram do Daniel Lopes. Não deixem de conferir as diversas seções presentes por lá. Bom conteúdo escrito [se a modéstia me permite] por gente que manda bem no riscado.