Sweet dreams are made of…?

Cerveja, muita cerveja, várias vezes eles, luckies, fotos, grama, umas árvores pra dar sobra, uma coberta pra fechar do frio, vodca, muita vodca, suco de maracujá, laranja, morango e um pouco de kiwi picado.

Uma panelada da Paixão, macarronada da minha mãe, um pouco de doce de casca de limão da minha avó, um licor de umbu de Pedro II, uma dose gelada de mangueira com cajuína, várias vezes eles, várias vezes eles, um pouco de Strokes e Walkmen, um jazz com a Billie… E quando a cachaça batesse, Oasis pra levantar a bola, um pouco de Jimi Hendrix pra esquentar e Led Zepellin pra acabar com tudo.

Levantar e correr um pouco, brincar de alguma coisa patética e infantil, mas sempre divertida, rir um pouco, tirar umas fotos, tomar uma água, conversar sobre coisas aleatórias as usual, um beijo roubado e outros desejosos de outros desejados, um silêncio demorado, ver o pôr-do-sol, ou fechar o olho mais um pouco, num abraço pra rebater o frio que a coberta não garante.

E à noite, um banho quente, uma roupa confortável e um bom show de rock n’ roll, para tomar cerveja na beira do palco. Berrar pedindo pela música preferida, gritar pra ser escutado, arrotar disfarçando pra não ser chamado de mal-educado, puxar alguém no canto e confessar algum segredo engraçado, contar umas piadas, e ir embora quando o dia já fosse outro, o sol já fosse outro e as coisas fossem de novo as mesmas.

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