“Hoje eu vi a Pri na escola…”

Engraçado…

Você pode falar o que quiser, pode falar até que virou diarinho, mas é coisa rápida.

Estou indo embora. É difícil acreditar no ritmo que as coisas tomaram nos últimos dias, mais difícil ainda reagir à forma como as coisas aconteceram ao meu redor.

Se há uns dias eu sentia umas palpitações no peito, uma coisa de não saber bem como me comportar com aquelas pessoas que eu sei que são minhas irmãs, mas que para mim, naquele momento, me parecem tão estranhas.

E na verdade, é só mais um passo.

É ir, porque é preciso, já que não dá pra viver aqui. Seja pelo calor, seja pelo atraso, Teresina não é lugar para gente que quer mais. E eu quero muito mais do que Teresina pode me oferecer.

Assim, deixo aqui, com o peito apertado de drama bobo e saudade boa, uma porrada de amigos, amores e principalmente, ela.

Deixo aqui porque nem todo mundo precisa ter a coragem [uns chamariam de precipitação] que eu tive/estou tendo. Para conseguir vencer é preciso mais do que uma mãe afim de manter você nos primeiros meses na “melhor cidade da América do Sul”, como não poderia dizer melhor, dentro de um chavão, Caetano.

Assim, como eu vou vencer, a casa vai estar logo logo aberta a todos os que quiserem ver e viver em S···ampa.

Mas como agora eu estou perdendo tudo que eu tenho, desde as cuecas lavadas até o pôr-do-sol mais lindo que eu já vi, acho que posso me permitir algum tipo de saudade sofrida.

Obrigado.

foto de ana jansen

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